Finalmente, resolveram fazer algo contra a violência doméstica. Algo concreto, porque receber como pena trabalho voluntário ou pagamento de multa era ridículo.
"No primeiro trimestre deste ano, mais 22 mil casos de lesão corporal e 21 mil de ameaças contra mulheres chegaram às delegacias paulistas. Na pesquisa mais abrangente já feita sobre o tema, há três anos, pela Fundação Perseu Abramo, 11% das mulheres, com 15 anos ou mais, admitiram já ter sido vítimas
de espancamento ? sete milhões de brasileiras agredidas ao menos uma vez. Todo dia, uma mulher é assassinada pelo companheiro. Para enfrentar este que é considerado um problema de saúde pública, o presidente Lula assinou na quinta-feira 17 lei que coloca a violência doméstica no Código Penal. Agressões cometidas contra ?ascendente, descendente, irmão, cônjuge ou companheiro?,
antes enquadradas como lesão corporal, são agora um crime específico, com pena de detenção de seis meses a um ano". Revista Isto É. Gostou do assunto, clique aqui e leia a matéria na integra.
Apresento a vocês: meu sobrinho/afilhado. Hoje, ele tem 4 meses. É um chorão, mas é muito fofo assim mesmo.
Um pouco de poesia...
Li sobre Ana Cristina Cesar hoje na Folha de São Paulo. Ela é citada no mais novo título de Élio Gaspari, A Ditadura Encurralada. Resolvi pesquisar sobre a autora, então. Nasceu em 1952 no Rio de Janeiro. Viajou para Inglaterra duas vezes. Fez mestrado em comunicação na UFRJ. Acusaram-na de plágio, há trechos na dissertação que são muito parecidos com os de Heloísa de Buarque de Hollanda, sua amiga e professora. Se quiser saber mais sobre ela, clique aqui: Jornal de Poesia.
A Ponto de PartirAna Cristina Cesar
A ponto de
partir, já sei
que nossos olhos
sorriam para sempre
na distância.
Parece pouco?
Chão de sal grosso, e ouro que se racha.
A ponto de partir, já sei que nossos olhos sorriem na distância.
Lentes escuríssimas sob os pilotis.
Eu sei q a distância é contornável. Mas... há algumas coisas que me incomodam. Acho que o principal é o fato de eu não confiar no moçoilo 100%. Viver com medo e com dúvidas sobre a fidelidade é realmente complicado. Eu nào exijo dos outros aquilo que não posso dar para eles. Sou aberta a conversas e flexível até. Sou capaz de aceitar algumas coisas. Uma vez me disseram que eu encaro tudo como um negócio. Eu acho que as pessoas devem se respeitar e por isso prefiro deixar tudo claro. Para mim é assim, basta combinarmos antes como vamos agir e tudo o que for feito e estiver fora do combinado é traição. Pronto. Só que relacionamentos nem sempre aceitam regras. Tudo podia ser muito mais simples. O problema é que insistimos em complicar tudo. Valeu pela força e bom final de semana.
beijos
Oi, oi, oi.
A minha vida é muito engraçada. O destino insisti em me manter longe do meu namorado. Será que é um sinal? Achei que no ano que vem ele fosse voltar para Sampa, mas ele vai morar 8 horas e meia de distância daqui. E o namoro... Se resistir vai ser um aviso: ele é o homem da minha vida. Só sei que o amo. E adoro estar com ele, ou seja, odeio a distância que insisti em nos separar.
Ontem, começou a piscar a luz aqui de casa. Eu falei para minhas irmãs e meu namorado que era só aqui. E eles diziam que não. Hoje, eu acordei para tomar banho. Logo que acabei o banho, ficou tudo louco aqui em casa. As luzes da cozinha, lavanderia, sala e banheiro apagaram. As luzes dos quartos em compensação ficaram bem mais fortes e brilhantes. Depois elas apagaram e foi a vez das outras acenderem fortes e por fim, apagou tudo de uma vez. Parece que a fiação desse apê de merda está uma merda também. E agora preciso urgentemente de um eletricista bom. Por acaso vc conhece um?
Hoje, foi dia de dupla jornada. E olha que já tinha trabalhado muito no novo emprego. A minha chefinha me ligou pedindo para eu ir a Santo Amaro, encontrar com ela no estúdio gráfico. Sai do novo às duas horas. Almocei, depois de ter ficado 6 horas sem colocar nada consistente na boca. Peguei um ônibus, desci na consolação e peguei outro para o Terminal Santo Amaro. a linha Terminal Santo Amaro/Princesa Isabel é a que tem mais gente dormindo por metro quadrado. Só não dormiam os que estavam em pé. E esse eu era o meu caso. Cheguei lá, fiz a décima correção do jornal. Apoveitei a carona da minha chefinha e do filhote dela.
No final, não consegui encontrar meu amigo na PUC. É a terceira vez que isso acontece, mas nas outra duas ele chegou muito atrasado e eu desisti de esperar. Agora, vou ver se combino em outro lugar, porque na PUC não dá certo.
Meu namorado vai voltar para a Cidade sem limites (Bauru). E vai saber quando a gente vai se encontrar, caso as aulas voltem. Se isso não acontecer, ele volta logo. É bom tê-lo ao meu lado, afinal já disse que não curto namoro à distância. Primeiro, porque não confio cegamente em ninguém. Segundo, porque ele nunca volta pra cá. Esse problema agora não será mais um problema sem solução, já que terei dinheiro para ir a Bauru ou para pagar a vinda dele. Mas não poderei gastar muito, porque quero fazer curso de espanhol. E finalmente, vou tirar carta. Isso é um milagre, realmente. Cuidado os que moram em Sampa, que logo estarei a solta no trânsito louco dessa selva de pedra. E não digam que eu não avisei.
Voltei...
Ontem, fui à festa junina na casa do amigo do meu pai. Ele que arranjou o meu primeiro emprego como jornalsita. Papito se empolgou e tomou um litro e meio de vinho sozinho. Nunca o tinha visto bêbado. Mas sei que quando ele era jovem, ele bebia até cair, o que o fazia segurar poste e tudo mais. Foi engraçado ver ele e minha mãe "brigando" por causa da bebedeira. Engraçadíssimo. Mamita depois da depressão (que, às vezes, insisti em reaparecer)ficou do contra e perdeu a vergonha de falar mal dos outros, mesmo que eles estejam ao lado. Ela tenta disfarçar, mas não consegue. No final quem fica com vergonha é a pessoa que está ao lado dela, provavelmente eu ou minhas irmãs.
Eitâ vida loca!
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